Até o momento, temos 11.040 vias cadastradas em 1.893 locais de 453 cidades de 24 estados brasileiros, sendo 5.081 vias de Esportiva, 5.068 vias de escalada Tradicional Clássica, 662 vias de Bouldering, 78 vias de Artificial, 68 vias de Big Wall, 61 vias de Tradicional Esportiva, 9 vias de Psicobloc, 8 vias de Descida, 4 vias de Esportiva de Exposição e 1 via de Highball Bouldering.
Descrição: Via localizada à esquerda dos pilares do Corte Cantagalo.
A via foi repetida e estendida em 05/05/2009 por Arthur Estevez e Kika Bradford, de cujo relato foram extraídas as informações abaixo:
Por ser pouco frequentada, é possível que a curta trilha esteja um pouco fechada, sendo recomendável levar um facão.
Inicia-se pela Chaminé até chegar à parada Tripla que dá inicio à escalada propriamente dita (mas essa não é a P1). A enfiada segue por uma aresta que forma entre o grande negativo e a parede positiva que faz da via uma linha bem vertical. Após alguns metros, essa fenda acaba e chega a dois grampo de ½", um lance de Cliff em agarra natural, mais um em buraco de Cliff e chega-se à P1. Fica a dica de ir até a primeira chapa depois da P1, e evitar a queda de Fator 2 em apenas um grampo.
Já na fenda da segunda enfiada, após algumas peças, chega-se a um ponto-chave. O lance não é muito óbvio e exige um pouco de leitura. Dali, há duas opções: tocar reto em livre ou seguir por uma fenda meio podre pela esquerda em artificial. Neste último caso, algumas peças duvidosas e sempre muito pequenas são necessárias. Pode ser utilizado um Rurp e um Alien Preto (o menor). Depois, volta-se para a direita, em agarra natural com Cliff. Fazendo-se essa travessia para direita, encontra-se uma fenda entupida por mato, onde cabe um Camalot # 2 para proteger as últimas passadas da segunda enfiada. Em seguida, chega-se ao grampo da P2 - na base do grande diedro superior. Dali, pode-se tocar em livre. Chegando à virada do diedro, a parede fica bem vertical e muito podre, podendo ser a parte restante "artificializada". Mais algumas peças e chega-se a um grampo. A fenda continua por um pequeno trecho (extensão da via) até dominar um pequeno teto no fim do diedro e chegar-se ao grampo final.
Fonte: Relato de Arthur Estevez no site Adventure Zone, disponível em https://www.adventurezone.com.br/blog/el-cracaton-cracatos
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